terça-feira, 30 de maio de 2017

Procurador-geral falou sobre as atrocidades de I. Hirkin e I. Besler nas "masmorras".
UNN: Notícias Nacionais da Ukraina, 24.05.2017.


O escritório do promotor militar estabeleceu 3 (três) mil pessoas, que foram torturadas no território ocupado. 
Sobre isto reportou no Parlamento, o Procurador Geral da Ukraina Yuri Lutsenko, relata UNN (Notícias Nacionais da Ukraina).

"Estabelecido pelo Procurador Militar - três mil pessoas, das quais 1,4 civis foram submetidas à tortura no território temporariamente ocupado, 800 delas foram interrogadas", - disse Lutsenko.
Segundo ele, em Sloviansk e Gorlivka, os líderes Igor Hirkin (Strelkov) e Igor Bezler organizaram "verdadeiras torturas".
Uma das testemunhas presenciou às torturas com eletrocussão, solda elétrica quente. Pessoas de nacionalidade chechena, a cada anoitecer colocavam em forma os prisioneiros e cada quinto era fuzilado", - disse Lutsenko.

UNN: Notícias Nacionais da Ukraina, 24.05.2017

De acordo com dados do GPU (Procuradoria Geral da Ukraina), sob ameaça de execução os prisioneiros eram forçados a andar em campo minado, em cujo resultado morreram 80 pessoas. "Eles penduravam os prisioneiros e deles, vivos, removiam a pele, obrigando os demais observar. Sob ameaça de fuzilamento obrigavam cortar corpos em pedaços e colocá-los em sacos plásticos", - disse Lutsenko, acrescentando que também havia crimes de caráter sexual.

Lembramos, que o procurador-geral declarou, que a perícia militar sobre ações da direção das Forças Armadas da Ukraina, durante o "caldeirão de Ilovaisk" ainda não foi concluído.

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Natália Korchak, presidente da NAZK (Agência Nacional para a Prevenção da Corrupção): insistentemente pedem para não verificar 56 declarações.
Ela acrescenta, que os projetos quanto aos resultados de completa verificação das declarações (imposto de renda) de altos funcionários, que deem ter aprovação na reunião extraordinária da Agência Nacional em 30 de maio, no momento, não estão disponíveis

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A presença da OSCE no Donbas diminuiu a agressão russa - disse Klimkin.

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Antes das eleições na Rússia, o mundo deve estar extraordinariamente alerta às ações de Putin.
Importante especialista do Centro de Estudos europeus da Universidade Nacional Australiana, Kyle Wilson, insta ao mundo para estar alerta quanto às ações do presidente Vladimir Putin, porquanto ele, no momento, fará todos os esforços para ganhar a próxima eleição presidencial.

Macron, presidente da França, aludiu, que conversou com Putin sobre Sushchenko.
O correspondente de "Ukrinform@UKRINFORM" na França, Roman Sushchenko, em violação das normas internacionais apreenderam em Moscou, onde chegou em uma viagem particular, em 07 de outubro de 2016. Ele foi acusado de espionagem.

Macron deu a entender que conversou com Putin sobre Sushchenko.
O presidente da França Emmanuel Macron, durante o encontro com o presidente da Rússia Vladimir Putin tocou na situação do ilegalmente preso em Moscou, Jornalista UKRINFORM, Roman Sushchenko.

"O que relaciona-se a questão de direitos humanos e outros, nós conversamos sobre isso. Dados concretos nós também lembramos. Mas nós não vamos mencionar publicamente esses casos especiais. Eu não penso que isto ajudará na promoção da questão. No entanto, eu quero muito, que nós encontremos uma solução que atenda àqueles valores, aos quais estamos comprometidos. Eu não farei concessões a estes valores", - disse Macron, respondendo à pergunta sobre a situação do jornalista Roman Sushchenko

Por sua vez, o presidente da FR, Putin, ignorou a pergunta que foi colocada a ambos os líderes.

O deputado polonês recordou, como Sushchenko desmascarou os agentes de Kremlin em Paris.

Hoje, o mundo livre, solidariza-se com o jornalista ukrainiano Roman Sushchenko, que desde outono de 2016 permanece na prisão russa sob acusação de alegada espionagem", - escreveu Sventsitskyy, colocando sua foto com o logotipo #free Sushchenko.
O político polonês observou que Sushchenko, como jornalista ukrainiano em Paris "obrigava o porta-voz do Ministério das Relações Exteriores da França, falar sobre posição de Paris quanto à agressão de Putin, quanto a Crimeia e Donbas, desmascarava os aliados e agentes de Kremlin, em Paris.
"Mas agora ele precisa de nosso apoio", - resumiu o deputado do Sejm.

A Embaixada da Ukraina uniu-se à ação de apoio a Sushchenko. A Embaixada da Ukraina na Polônia apoiou o flash mob global em apoio do detido ilegalmente em Moscou, o correspondente Ukrinform Roman Sushchenko. Eles relataram isto no Facebook, postando uma foto do grupo com a inscrição #free Sushchenko.
"Juntamo-nos aos apelos, que são ouvidos hoje no Kremlin e em todos cantinhos do mundo", - escreveram os diplomatas.

A esposa espera, que Sushchenko poderá ser trocado. Ela declarou que a solução poderá ser "em termos humanitários como aconteceu em casos de alguns ukrainianos", isto é, volta para casa em resultado da troca.
Ela contou que o encontro com o marido foi através do vidro.  "A visita ao marido em Lefortovo, (nome da prisão russa) foi em resultado de conversações entre Putin e o presidente da Ukraina, Petro Poroshenko. Com Roman nós conversamos através do vidro. Ele disse que com ele estava tudo bem" - disse Angélica Sushchenko.

Detido, ilegalmente, Roman Sushchenko, desde fevereiro, não pode mais trocar cartas com sua esposa. Nem os desenhos que o filho envia, ele recebe. Isto traz muito sofrimento. Ajudam com notícias as visitas do advogado e cônsul ukrainiano. 

Em muitos países do mundo os ukrainianos e os amigos da Ukraina participam de flash mob em apoio ao jornalista Roman Sushchenko.












"O movimento universal dos patriotas da Ukraina condena as ações da Rússia em relação a Roman Sushchenko. Todos nós acreditamos na vitória sobre os tiranos! Em apoio a Roman, em todos os cantinhos do mundo, realizamos flashmob. Os ukrainianos não abandonam os seus!" - disse a chefe do movimento público-patriótico Iryna von Burg.


Apenas na primeira metade do dia participaram da ação centenas de ukrainianos e amigos da Ukraina de muitos países da Europa, América do Norte e Austrália.
Os colegas de Sushchenko de UKRINFORM realizaram um flachmob.

Tradução: O. Kowaltschuk

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